Cristiana Ribeiro Fotografia de Conto de Fadas
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Experiências fotográficas

Três formas de entrar. O mesmo mundo do outro lado.

Não é uma sessão de fotografias com um fato vestido. É passar umas horas a ser outra pessoa — e trazer disso prova.

Sozinha

É a mais pedida, e quase sempre a primeira. Escolhemos juntas a personagem, o cenário e a hora do dia — porque a luz das cinco da tarde numa floresta não é a mesma das sete.

  • Cerca de 2 horas, sem pressa

Em grupo

Amigas, irmãs, mãe e filha. Em grupo há menos vergonha e mais riso, e isso vê-se nas fotografias — as melhores costumam ser as que ninguém posou.

  • Até 5 pessoas

Na convenção

Passaste meses a construir o fato. Merece mais do que uma fotografia de telemóvel num corredor com gente a passar atrás.

Antes de escreveres

O que quase toda a gente pergunta.

E se eu não souber posar?

Ninguém sabe. É o que mais oiço antes das sessões, e é literalmente parte do meu trabalho — digo-te o que fazer com as mãos, com o rosto, com o olhar.

Posso levar alguém comigo?

Podes, e muita gente leva. Ajuda mais do que se imagina nos primeiros dez minutos.

E se me sentir ridícula?

Vais sentir-te, nos primeiros minutos. Passa. Depois ninguém quer parar.

Tenho de ter experiência?

Não. A maior parte das pessoas que fotografo nunca tinha feito nada assim.

Quem já esteve do outro lado

Quase todas me disseram que estavam nervosas.

A experiência fotográfica foi a melhor decisão do meu ano. E digo experiência porque não foram só as fotos — foi o percurso desde o primeiro contacto.

MarianelaExperiência de fantasia

Foi a primeira vez que fiz algo assim. Estava nervosa, não sabia o que fazer, sentia-me perdida. Ajudaste-me a criar um pequeno mundo de encantar. Ainda não acredito que sou eu.

InêsPrimeira sessão

Para quem tem ansiedade de fotografar pela primeira vez: não é preciso ter vergonha nem medo. Nunca me senti pressionada a fazer nada.

FabianaSessão individual

Diz-me quem queres ser.

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